Ação Revisional

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Ação Revisional

Como funciona uma ação revisional de veículo

Tal alerta se faz necessário, pois em nosso dia a dia de trabalho escutamos muitos clientes dizendo que “ouviram dizer” que fulano ou ciclano calculam contratos de financiamento utilizando somente o carnê. Se alguém vier com esse discurso, desconfie, pois, as chances de estar desperdiçando o seu dinheiro são altíssimas.

Após uma análise minuciosa do contrato, é possível identificar cobranças indevidas e abusivas, e com base nestas, quantificar em dinheiro o valor, que é possível de ser questionado judicialmente.

Outra vez fazemos mais um alerta: NINGUÉM PODERÁ GARANTIR VITÓRIA JUDICIAL em matéria de contrato de financiamento. Se isso ocorrer, desconfie!!

Caso haja valores a serem questionados, será possível o ajuizamento de uma Ação Judicial na esfera Cível, na qual serão demonstradas as cláusulas que estão erradas, farsi prova documental (laudo pericial) demonstrando os valores corretos, bem como a fundamentação legal para respaldar as alegações.

No bojo da mencionada Ação Judicial será pedido ao juiz a autorização para que os pagamentos passem a serem feitos por meio de depósitos judiciais, no valor incontroverso (valor sem abusos), bem como será pedido que, com os depósitos judiciais realizados, o banco fique proibido de inscrever o nome do financiado em órgãos de proteção ao crédito (ex. Serasa, SCPC e etc) e de efetuar a busca e apreensão do veículo.

Uma vez obtida a referida autorização legal as chances de êxito na obtenção de um desconto aumentam consideravelmente, e muito provavelmente, se o financiado cumprir com o dever de efetuar os depósitos judiciais, será possível realizar um acordo com o banco, visando a quitação do contrato de financiamento.

O percentual de desconto varia muito de caso a caso, porém, a maioria dos casos que patrocinamos variaram de 50% a 60% de desconto sobre o saldo devedor que o financiado tinha no início dos depósitos judiciais.

Alertamos que a Ação Revisional de Contrato é algo sério, não se tratando de uma “fórmula mágica”, mas sim de uma forma legal de se questionar uma dívida e de se obter, em muitos casos, consideráveis descontos.